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Author: Silveira

Hi, I'm a developer, lover of art and freedom (more). I write mostly about technology and pixel art.

Olá Mundo em Java

Esse post faz parte de uma série de posts com pequenos códigos que mostram certas funcionalidades de linguagens como Java. A vantagem do Java é ser uma linguagem bem estabelecida, madura e portável. Há diversos excelentes ambiente para desenvolvimento e um imenso framework padrão da linguagem, além de vários outros frameworks e bibliotecas adicionais.

Para fazer seu primeiro programa em Java, crie um arquivo chamado OlaMundo.java com esse conteúdo:

public class OlaMundo {
    public static void main(String[] args) {
        System.out.println("Olá Mundo!");
    }
}

O que você está fazendo é criar uma classe chamada OlaMundo. A linguagem exige que o nome do arquivo e o nome da classe sejam o mesmo, sendo o arquivo acrescido da extensão java, no nosso caso fica OlaMundo.java. Depois nós declaramos um método padrão chamado main, o que significa public, static, void, String args não é muito importante para quem está começando. A chamada System.out.println com um parâmetro “Olá Mundo” vai escrever na tela a mensagem “Olá Mundo”.

É necessário compilar esse código para a máquina virtual Java. Isso pode ser feito através do comando no prompt:

javac OlaMundo.java

Se tudo deu certo, nenhuma mensagem deverá aparecer. Se algo der errado, dê uma olhada se o seu código está mesmo igual ao que eu mostrei, e verifique se você realmente salvou o arquivo como OlaMundo.java (esse é um erro muito comum).

Para ver o programa funcionando, você vai invocar a máquina virtual Java e passar como parâmetro a classe OlaMundo. Isso é feito em linha de comando assim:

javac OlaMundo

Que vai retornar:

Olá Mundo!

Cuido para não colocar a extensão .java depois do parâmetro do comando java, esse é um erro muito comum.

Um bom exercício para esse programa é variar a mensagem exibida na tela. Experimente colocar outra mensagem, como o seu nome. :D

SHA1 em Python

Calcular o SHA1 de uma string em Python é feito quase da mesma forma do calculo do md5 que eu já mostrei aqui antes.

A partir da versão do Python 2.5 a maneira correta de se fazer é assim:

import hashlib
print hashlib.sha1('Silveira').hexdigest()

Isso vai imprimir isto:

25e58a0147633e39c2a2fcceff9a13a181e672b9

Para fazer o calculo do MD5, também se usa a hashlib:

import hashlib
print hashlib.md5('Silveira').hexdigest()

Que vai nos dar o md5 da string ‘Silveira’:

43eb9e4547c642db6cd19713b5c1dff2

O módulo hashlib possui os contrutores md5(), sha1(), sha224(), sha256(), sha384(), e sha512(). Dependendo da implementação da OpenSSL que você tem instalada você poderá ganhar alguns outros construtores.

Maiores informações: documentação da hashlib

Usando o Google como Proxy

Eu estava procurando por “Ubuntu nis” no Google e recebo esse resultado:

Busca no Google por Ubuntu e NIS
Busca no Google por Ubuntu e NIS

Essa primeira ocorrência que apareceu no Google é um exemplo bem interessante. É um site que se propõe a tirar dúvidas de usuários através de consultores especializados. Porém se você visitar o site você não conseguira visualizar conteúdo algum, é necessário um registro para poder acessar o site por um período de teste, depois é necessário pagar. O que houve aí foi uma técnica de SEO, na verdade uma fraude. Esse site identifica quando o visitante é um robô do Google indexando páginas, nesse caso ele abre suas portas e mostra que belo site ele é, cheio de informações. Porém quando um usuário comum como eu e você, que foi levado ao site através do Google, vai fazer uma visita, ele mostra suas reais intenções.

Como utilizar o cache do google

Para esse site em específico a uma maneira fácil e prática de engana-lo. Basta usar o botão “Em Cache” que está logo abaixo do link no Google.

Página de cache do google

Isso vai te mostrar uma página exibida ao robô do Google, ou seja, a página boa. De uma certa forma, você está navegando usando um proxy já que você está recebendo uma página que foi requisitada por uma terceira pessoa. Mas isso é tudo muito estático. As coisas ficam realmente interessantes quando você pode fazer isso com um site qualquer, por exemplo um que está bloqueado para você na sua instituição ou no seu pais.

Você pode utilizar o serviço de tradução Google para repetir o processo (certamente qualquer outro tradutor funcionará). Quando eu peço para o Google traduzir de português para inglês site silveiraneto.net ele vai criar esta url:

http://www.google.com/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.silveiraneto.net&langpair=pt%7Cen&hl=en&ie=UTF8

Quando você acessa essa url você já está utilizando um proxy, mas o conteúdo está sendo alterado. Para acessar o site e deixa-lo em português basta mexer um pouco na url, pedindo para ele traduzir de português para português:

http://www.google.com/translate?u=http%3A%2F%2Fwww.silveiraneto.net&langpair=pt%7Cen&hl=pt&ie=UTF8

Pronto, você está acessando o Blog do Silveira através de um proxy. :)

Generalizando, para acessar um site coloque assim:

http://www.google.com/translate?u=SITE&langpair=pt%7Cen&hl=pt&ie=UTF8

Função MD5 em Python

MD5, Message-Digest algorithm 5, é um algoritmo de hash de 128 bits, unidirecional. Ele é muito útil como método de verificação de integridade de arquivos, armazenamento de senhas, criptografia ou para hashing em geral. Eu utilizo ele com muita frequência.

Em Python você calcula o hash de uma string em duas linhas:

import md5
print md5.new('silveira').hexdigest()

O md5.new() retorna um objeto que cria md5. Ele é bem flexível e pode ser utilizado várias vezes. O hexdigest é a representação hexadecimal do md5, aquela que pode ser impressa.

Esse código imprime isso:

3df2175295d900d6f0c2f3a521d957cd

Que é o md5 de silveira.

Manipulando HTML com Python

Criar um parse de XML em Python é trivial, especialmente quando se trata de um documento HTML.

Nesse exemplo, criamos uma classe Parser que vai informar quando se abre ou fecha uma tag. Depois que criamos e instanciamos o Parser, alimentamos ele com o método feed com um documento HTML. Esse documento é pego através do urlopen do módulo urllib, que é um stream e portanto usamos o método read para leitura.

from HTMLParser import HTMLParser
from urllib import urlopen
 
class Parser(HTMLParser):
   def handle_starttag(self, tag, attrs):
      print "abre tag %s" % tag
   def handle_endtag(self, tag):
      print "fecha tag %s" % tag
 
url = 'http://www.silveiraneto.net'
Parser().feed( urlopen(url).read() )

Esse é um exemplo bem legal se você quiser brincar com mineração ou obtenção de dados.

Economia, Sociedade e Tecnologia

Análise do capítulo “Economia, sociedade e tecnologia: análise dos terrenos movediços” do livro “Tecnologia e inclusão social – A exclusão digital em debate” de Mark Warschauer. Disciplina Novas Tecnologias e Educação à Distância, profª Tânia Maria. Universidade Federal do Ceará.

Eu vou organizar o texto seguindo a mesma ordem do texto original, mas saltando eventualmente alguns tópicos que eu não achei tão interessante.

Esse meu texto fala de exclusão digital, Desigualdade Social, mas fala também da Dell, comunicação e um pouco da minha experiência com blogs.