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silveira neto Posts

Japonês

Essa é uma coleção de links favoritos sobre temas relacionados a língua japonesa.

Hiragana

Tabela de Hiraganas com fonte regular, rōmaji no canto inferior esquerdo e katakana no canto inferior direito.

Tabela 2 (em progresso).
あ a い i う u え e お o
か ka き ki く ku け ke こ ko
が ga ぎ gi ぐ gu げ ge ご go

Learn ALL Hiragana in 1 Hour (JapanesePod101) – Não precisa ser feito em literalmente 1 hora mas uma ótima forma de conhecer os símbolos e sons dos Hiraganas usando ajudas visuais.

Wikibook Memorizing the Hiragana Mnemónicoss (ajudas visuais) para memorizar Hiraganas.

TOFUGU Learn Hiragana – Mnemónicos e sons de hiraganas. Muito bem organizado mas eu prefiro os mnemónicos do JapanesePod101 que eu citei acima.

Teclado hiragana – Um teclado hiragana e também converte letras para hiragana.

Hiragana Pro – Um aplicativo Android de perguntas de Hiragana. Foi o melhor aplicativo que eu achei até agora para treinar Hiragana. Eu recomendo usar primeiro técnicas mnemónicas pra memorizar os símbolos e usar esse aplicativo somente pra treino.

Duolingo – O Duolingo começa o japonês básico com hiragana. Apesar de ele ser um aplicativo de aprendizado, eu achei ele melhor para a parte de treino repetitivo mas também não é o melhor pra isso.

RealKana.com – Um site para treino de Hiragana. Você pode escolher quais colunas quer treinar e depois clicar em “STUDY”.

Katakana

A maioria dos links anteriores também se aplicam ao katakana.

Kanji

Outros

Médicos cubanos, agentes secretos e Estado Islâmico

Primeiramente, a tradição do raciocínio lógico pede que o ônus da prova recaia sob o acusador. No caso, o usuário do chapéu de alumínio é quem traz as provas da conspiração internacional envolvendo Brasil, Cuba e o Daexe (Estado Islâmico do Iraque e do Levante, para os mais íntimos).

Como uma boneca russa, dentro desse erro há outro. O alvo do desafio deveria ser a ABIN, que é ligada diretamente ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Aliás, a Agência Brasileira de Inteligência deveria ter seus poderes expandidos dado que o déficit de inteligência no Brasil já alerta a comunidade internacional.

Colocado de lado tudo isso e abrindo mais uma matriosca, eu recomendo ao político de longuíssima carreira no legislativo que leia as leis. Em particular, o capítulo IV da Lei 12.871 de 22 de Outubro de 2013, que instituiu o Programa Mais Médicos, dentre outras coisas. Deixo aqui a referência: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12871.htm

Ao final, uma singela homenagem a uma campanha de televisão que animou os anos 90 de muitos de nós e que me veio a mente ao final dessa acusação lisérgica.

Link direto para o vídeo: bolsonaro_medicos.mp4

assine um jornal

Quando aqui o Trump ganhou, haviam dúvidas sobre o que era bravata, o que era campanha, opinião pessoal ou estratégia. Para cada sentença que ele já havia dito ele também havia dito outra em contradição. Às vezes ele se contradizia com algo que havia dito anos atrás, às vezes dias atrás, às vezes minutos atrás, às vezes dentro de uma mesma sentença. O subreddit /r/TrumpCriticizesTrump é inteiro dedicado a encontrar contradições antigas e novas.

desenho meu, tema inchaço

Logo na cerimônia de empossamento, começou uma polêmica trivial. O comparecimento de público na cerimônia do Trump foi baixo.

Bobagem, né? Quem se importa? A inauguração é em janeiro, frio pra caramba, eu tava me tremendo na inauguração do segundo mandato do Obama em 2013. Frio, segurança pesada, metrô lotado. Além disso, demograficamente a região ao redor de Washington não é eleitora do Trump. Eles teriam que viajar de longe. É completamente compreensível um comparecimento baixo.

Bem, a administração do Trump se importou, e muito. Primeiro Trump disse que aquela havia sido a maior cerimonia de posse da história. Começa uma polêmica. O Sean Spicer, secretário de imprensa na época, fez uma coletiva: “Esse foi o maior público de uma inauguração tanto presencialmente quanto ao redor do mundo”. E mais, “Essas tentativas de diminuir o entusiasmo da inauguração são vergonhosas e erradas”. Só que todo mundo sabia que não era o caso, as evidencias apontavam pro outro lado, logo ou a Casa Branca estava errada ou estava mentindo, e tinha que ser o primeiro até porque alguém iria mentir sobre uma bobagem dessas?

kellyanne conway alternative facts

O óbvio tamanho inferior da inauguração é provado por um ciclo jornalistico de comparação de fotos, fotos aéreas, dados de público no metrô, e tudo que se podia encontrar sobre o tema. Então Kellyanne Conway, porta-voz da Casa Branca, vem a público em uma entrevista onde ela diz que a Casa Branca não estava nem mentindo nem errada mas apenas apresentando “fatos alternativos”. E é aí que as coisas começam a ficar interessantes. Esse não foi só um exercício pontual de absurdismo mas o inicio de um modus operandi que alguns chamam de “firehosing“, como em uma mangueira de incêndio, mentir em grandes quantidades.

O Vox fez uma matéria interessante sobre esse tema onde ela elenca quatro características principais do “firehosing”:

  1. Mentiras em grande quantidade.
  2. Mentiras rápidas, contínuas e repetitivas.
  3. Nenhum compromisso com a realidade objetiva.
  4. Nenhum compromisso com consistência.

Nos meses que se seguiram a mangueira de mentira ficou ligada diariamente. Não existe a possibilidade de eu listar todas as mentiras aqui. Mentiras sobre trivialidades, mentiras grandes, mentiras pequenas, mentiras de todos os tamanhos. Os “fatos alternativos” começam a ser chamados de “fake news” e em pouco tempo a Casa Branca se apropria do termo para chamar tudo e qualquer coisa de “fake news”, que vira um jargão. A maioria dos jornais sequer consegue entender o que está acontecendo a dedicam boa parte do seu tempo em desmentir as mentiras da semana passada, para dar espaço de desmentir as mentiras de ontem, enquanto as mentiras de hoje estão sendo despejadas. Uma consequência é que o Trump consegue de uma maneira peculiar controlar a narrativa.

Como a matéria prima dos jornais é a realidade objetiva, os jornais foram declarados “inimigos do povo” por Trump. Com exceção de alguns poucos veículos que juram uma espécie de lealdade ao líder supremo, os jornais e os jornalistas são atacados diariamente.

A estratégia parece ser a seguinte:

  • Tudo é mentira. Tudo é verdade.
  • Eu já menti, você já mentiu, eles já mentiram, quem não mente?
  • Ei, eu sou do seu time, vamos ficar com a nossa verdade (e as nossas mentiras).

Então Rudy Giuliani, então advogado de Trump, em entrevista defende a estratégia de não deixar Trump dar um depoimento sob juramento porque ele seria incapaz de não mentir, e Giuliani solta “a verdade não é verdade”. Entre “fatos alternativos” e “a verdade não é verdade” fica claro que a própria realidade objetiva está sob ataque. Também se cria uma normalização da mentira, se assume que o Trump vai mentir, é o que ele faz quando a boca dele mexe, e todos os lados passam a aceitar isso. O que acabaria com a carreira de qualquer outro político pra ele é só mais uma quarta-feira.

E em boa parte funcionou. Cada indivíduo que passa a não confiar mais na realidade, nos jornais, agora confia em veículos alternativos de informação dedicados a espalhar mentiras e teorias da conspiração, em correntes de redes sociais, e isso cria uma realidade alternativa que parece impenetrável.

They Live, 1988, John Carpenter

Pra piorar isso tudo os jornais, na tentativa de parecerem mais equilibrados e imparciais, caem no viés do falso equilíbrio. No falso equilíbrio você dá voz aos dois lados em uma mesma proporção na tentativa de parecer mais equilibrado, e com isso diminui as evidências da realidade objetiva. O antídoto parece ser o que disse a Sally Claire:

“Se alguém diz que está chovendo, e outra pessoa diz que não está, seu trabalho não é citar os dois. Seu trabalho é olhar na porra da janela e descobrir o que é verdade.”

Essa é uma boa dica pra quem escreve sobre chuva ou sobre realidade. No mesmo tema, Hannah Arendt escreveu:

O objeto ideal do governo totalitário não é o nazista convicto ou o comunista convicto, mas pessoas para quem a distinção entre fato e ficção (isto é, a realidade da experiência) e a distinção entre verdadeiro e falso (isto é, os padrões de pensamento) não existem mais.

Por outro lado, se você acordou agora e descobriu que isso também está acontecendo no seu país eu não tenho nenhuma formula mágica mas tenho algumas dicas que eu acho que podem ajudar:

  1. Assine um jornal. Como tantas coisas nessa vida o jornalismo precisa melhorar, mas ficamos muito pior sem o jornalismo e sem um quarto poder. Nós precisamos de jornalistas e o jornalismo precisa ser viável, alguém tem que comprar o jornal. Não mate o jornalista de fome.
  2. Aliás, não mate o jornalista. Não chute o jornalista, não jogue pedra no jornalista, no sentido literal. Bônus: você pode usar essa dica em várias circunstâncias na sua vida só trocando a palavra jornalista.
  3. Procure saber da verdade, se o jornal mentir, cobre a verdade do jornal. Procure entender como você está procurando essa verdade, essa verdade é verdade mesmo?
  4. Tenha um pouco de ceticismo mas não tenha ceticismo demais. Cheque as fontes de compartilhar algo. Tem pelo menos fonte? Essa fonte é de um meio respeitado que existe a meio século ou é um blog meia-boca como esse meu? Por outro lado, ceticismo demais e a realidade te escapa. Você vai achar que tudo é feito por atores, por conspiradores mundiais, e esse é um caminho sem volta.
  5. Quando você vê uma mentira, chame ela de mentira. Não chame de polêmica, de causo, de confusão, chame de mentira mesmo. Outros temos suavizam e normalizam a mentira. Chame a mentira de mentira.

O dia seguinte

Existem muitas semelhanças entre o que está acontecendo agora no Brasil com o que aconteceu no EUA em 2016. São duas situações bem diferentes, com personagens bem diferentes, mas certas coisas continuam acontecendo com uma similaridade impressionante. Se as coisas continuarem assim, existe um momento que a violência que você lia a respeito começa a acontecer com um conhecido de um conhecido. Depois ela acontece com alguém que você conhece. Depois ela acontece na sua frente, depois ela acontece com você.
Dia 7 do Inktober 2018, tema: exhausted

Integridade física

Se você testemunhar algum tipo de agressão ou assédio, resista ao instinto de permanecer em choque. Ainda que não seja ainda um agressão física, avalie a situação, as quantidades e a dinâmica. Nós humanos temos comportamento de manada, as vezes ficamos atônitos diante do absurdo, mas se uma pessoa demonstrar bom senso, outras vão seguir.

  1. Inicialmente pelo menos ignore o agressor, converse com a vítima, fale pra vítima que você está ali do lado dela.
  2. Se coloque fisicamente do lado da vítima, se ela estiver sentada, sente-se ao lado dela.
  3. Se a vítima estiver em choque, converse com ela, um assunto não relacionado ao que está acontecendo naquele momento.
  4. Ignore o agressor. Tente desescalar a situação.
  5. Se outra pessoa não estiver afastando o agressor, ou se eles te excedem e a situação não é mais segura, converse com a vítima pra ela acompanhar você pra fora da situação, escolte a vítima para um lugar seguro.
  6. Lembre-se que numa situação de agressão as técnicas e objetivos de um debate não vão funcionar. Procure ser você o bastião da calma e do bom senso, e sobreviva pro dia seguinte.
  7. Se não for possível buscar as autoridades durante o momento, você pode fazer um boletim de ocorrência em seguida. Em alguns estados é possível fazer isso online.

Vagamente inspirado no guia da ilustradora Marie-Shirine Yener

Integridade mental

É preciso lutar mas a luta tem seu preço. Quando a luta é continua e repetida, o preço também é contínuo e repetido.

Se você estiver passando por dificuldades, você não precisa passar por isso sozinho e assim como para todos os problemas que afligem a nossa existência, há ciência e técnicas que podem te ajudar. Se seu carro quebrar, sua cabeça vai te dizer pra chamar um mecânico. Se seu braço estiver doendo, sua cabeça vai te dizer pra chamar um médico. Mas o que acontece quando sua cabeça não está bem? Você pode confiar nela pra te dizer o que fazer? Não, e por isso é importante ter um plano de ação que você possa usar como referencia caso isso aconteça.

Se você ou alguém que você conheça estiver em uma emergência o número do CCV (Centro de Valorização da Vida) é 188. A ligação é gratuita de telefones fixos e celulares. Em algumas cidades o CCV também dispõe de centros de atendimento presencial. Dentro do SUS (Sistema Único de Saúde) existe o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) que é público e gratuito. Se sua cidade não possui uma modalidade do CAPS, procure o atendimento do SUS.

Se você tem um plano de saúde privado, liga pra eles e pergunte quais são suas opções de acesso a um profissional da área da psicologia. É da mais absoluta importância procurar ajuda especializada de um profissional quando se tem um problema e não há nenhuma vergonha nisso, pelo contrário, é um gesto de humildade e grandeza.

Você precisa sobreviver para o dia seguinte. Resistir, se juntar, juntar a resistência, se inspirar, se organizar, lutar.

Korg DS-10 Plus Tutorial

Korg DS-10 Plus is a music applications for the Nintendo DS/DSi/3DS. It’s an updated version of the Korg DS-10 (without “plus” in the name) released in 2008.

You can find the Korg DS-10 Plus as a cartridge. It’s not sold digitally on Nintendo eShop.

These are my ongoing study notes on the Korg DS-10 Plus using a Nintendo 3DS. Fell free to comment corrections and additional information.

3ds Korg DS10 Plus

Korg DS-10 Plus Key Concepts

[↑↓] button. The up-down arrow button switch the top screen and the bottom screen, so you can use the stylus pen to interact with the interface. This is the button you will use more often.

[↵] button. This button is usually on the top left corner of the screen. It goes to a next pattern type within a pattern.

[►] button. Plays. If you are in a pattern screen, it will play the pattern. If you are in the song screen it will play the song.

SYN1/SYN2/DRUMS. There are 3 instruments: synthesizer 1 (SYN1), synthesizer 2 (SYN2), and the drums (DRUMS).  Both synthesizer are monophonic (only one sound at time). The drums are polyphonic (multiple sounds at the same time). In practice, you can think them as 6 instruments: SYN1, SYN2, DRUM1, DRUM2, DRUM3, DRUM4.

[DRUMS] . You can activate each drum (DRUM 1, DRUM2, DRUM 3, DRUM 4). Because each drum is an individual instrument you can have more than one drum producing sound at the same time. The 4 drum configurations belong to a session.

STEP. A step is an programed single invocation of instrument, modifier, or effects. You can program steps using one of the sequence editors or using the [] record button.

SEQ. A sequence is a series of steps. A sequence can have up to 16 steps. The sequence size is determined by the pattern size.

DRUM SEQ. In a drum sequence you can create up to 16 steps for the 4 drums. You can play drums simultaneously.

SYN1 SEQ/SYN2 SEQ.  In a synthesizer sequence you can create up to 16 NOTE steps for a synthesizer, plus a correspondent sequence of steps for GATE, VOLUME, PAN, KAOSSX, and KAOSSY. You can access the different sequences pressing the [↵].

SYN1 KBD / SYN2 KBD. The keyboards control tones of a synthesizer. You can use it to play live or to record note sequences using the [] record button.

[OCT -] . Lowers one octave. All notes in the keyboard gets one octave lower pitch tones.

[OCT +]. Raises one octave. All notes in the keyboard gets one octave higher pitch tones.

SYN1 EDIT/ SYN2 EDIT.

SYN1 PATCH / SYN2 PATCH.

SYN1 KAOSS / SYN2 KAOSS. Simulates Korg Kaoss Pad like effects on top of the SYN1/SYN2.  It uses the X and Y axis as inputs when touching the button screen using the stylus. There are 3 X/Y modes. In mode [1], you control an arpeggiator and gate. Press [SET] to change the key note and scale used for the arpeggiator. The mode [2] you control volume and pan. The mode [3] you can press [SET] to choose what you are controlling on each axis. You can pretty much control any synthesizer configuration from mode [3]. You can use KAOSS live or record a KAOSSX/KAOSSY sequence the [] record button.

MIXER. Controls the individual volume and balance of each instrument.

FX. Effects for delay, flanger, and Chorus. You an assign an effect to SYN1, SYN2, SYN1+2, DRUMS, ALL, or turn if off.

PATTERN. You can have up to 16 patterns in (called PTN1, PTN2… PTN16) in a session.

Each pattern has one whole configuration for the synthesizer 1 and 2, drums, MIXER, FX. It has a SYN1 SEQ, SYN2 SEQ, and DRUMS SEQ. A pattern has a size up to 16 steps. The size of a pattern determines the size of all sequences within that pattern. However as you can have multiple patterns, each one of them can have different sizes.

SONG. A song is:

  • A sequence of up 100 executions of any of the 16 patterns played one at time.
  • A sequence of up 100 mutes of any instruments. You can mute multiple instruments at time. Notice you can use this to get more variations from the patterns, e.g. you can execute PTN1 with and without SYN1.
  • All sequences will use the 4 DRUMS of the current session. You cannot have individual DRUMS configurations for each pattern. Other than that, each pattern can have all it’s configurations (SYN* SEQ, SYN* EDIT, SYN* PATCH, MIXER, FX, etc).

Additionally to that, you have a sequence of mutes. You can access the editor for this sequence clicking in the return button in the song editor.  You can mute SYN1, SYN2, DRUM1, DRUM2, DRUM3, and DRUM4 individually and in any combination on a given step of a song sequence (up to 100 steps).

This should cover the basic concepts and should be enough to start playing, creating sounds and musics using the Korg DS-10 Plus.

Korg DS-10 Plus Advanced

Some of more advanced concepts I want to explore in the future and expand in this tutorial.

  1. Korg DS-10 Plus Custom Instruments
  2. Recording
  3. Running instances of Korg DS-10 Plus
  4. Using KORG DS-10 Plus with other devices
  5. Voice modulation (pseudo formant synthesis)

Korg DS-10 Bookmarks

Some albums created using only the Korg DS-10: